Arquivo da tag: xilogravura

Gravura para “A gesta do touro Corta-Chão”

Montagem com gravura feita para ilustrar meu próximo romance, “A gesta do touro Corta-Chão”.

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As três cangalhas

As três cangalhas

Xilogravura feita para ilustrar folheto do poeta Klévisson Viana.

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Programa Ceará Diverso – Eduardo Macedo – fevereiro de 2013

Programa Ceará Diverso, da TV Verde Vale, apresentado por Vandinho Pereira. Eduardo Macedo conversa um pouco sobre o livro “O Boi Morre-Não-Morre e os Primeiros Folhetos”.

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Rei de Imburana-de-Cheiro – Embolador

Se tem verso, tem gravura;
Se tem gravura, tem verso.
Entalhando não converso,
Se imagino uma figura
Vou cortando. Na fundura
Do corte brota uma rima,
Pendulando, bem em cima,
Nasce uma flor tão formosa,
Também verso, mote e glosa
Da mesma matéria-prima.

 

 

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No rastro da Besta

No rastro da postagem anterior, informo que saiu a primeira edição da Revista Trivial. Trata-se duma publicação digital dedicada à divulgação de trabalhos de artistas locais e nacionais, abrangendo poesia, crônicas, artes plásticas e visuais. Idealizada por Pedro Torres, veículo extremamente interessante ao cenário independente.

Uma das matérias da revista traz uma crônica construída com trechos de poemas de minha autoria: “Poesia em tempos de seca – o Boi-Morre-Não-Morre”.

Boa leitura!

http://pt.calameo.com/read/0019505556a97abcfbce2

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Brasão – Boi Morre-Não-Morre

Xilogravura do livro “O Boi Morre-Não-Morre”. Brasão com escudo de couro espichado, com campo contendo o sol ao centro e ao alto, inclemente, e o Boi escanzelado na parte inferior, ao pé da aroeira desfolhada, com a morte representada por dois urubus à espreita sobre a galhada, de asas abertas para o derradeiro abraço. Na parte inferior à esquerda, o xiquexique, representando a vida latente catingueira, inabalável e rija; à direita, o cachorro esfomeado com a própria pata entre as mandíbulas, em seu desespero autofágico. Coroando o brasão, ranchos sertanejos e suas cercas de arame farpado, tendo à frente de si como timbre o triunfante canário-da-terra, representando a continuidade da vida. Gravura representativa, contém as principais cenas do poema.

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