O autor

Cearense, da sétima geração dos Davis do Riacho do Sangue, terésio do Engenho da Santa Teresa, Eduardo Macedo canta e entalha o Sertão que carrega dentro de si. Poeta, xilógrafo e compositor, faz dos versos cordelísticos ferramenta para produzir seus poemas e gravuras, usando como matéria-prima os ecos ancestrais que emanam do sertão abissal, ora atenuados, mas ainda fortes o suficiente para serem ouvidos.

Síntese da sua produção, os versos que seguem figuram bem a proposta do autor:

Nestes meus rudes traçados,
Rusticamente entalhados,
Ribombam antepassados
Ecos de seca e trovão.

Melodias ancestrais,
Desafios, madrigais
Dos confins, dos abissais
Mananciais do Sertão.

Facebook: facebook.com/eduardommacedo

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