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“Céreo”, conto de Eduardo Macedo

Na edição de número 37 da Revista Samizdat, o “conto encruado” Céreo, de Eduardo Macedo.

Leia em http://www.scribd.com/fullscreen/156794893?access_key=key-2a3iwzji029ep75giil4&allow_share=true.

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A Samizdat (www.revistasamizdat.com) foi criada pelo escritor Henry Alfred Bugalho, com o intuito de publicar crônicas, poemas e contos lusófonos de autores consagrados e de jovens escritores amadores, entusiastas e profissionais.

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O diabo de Batista

No “Embolador que faliu Satanás” Batista, o condenado repentista, desce ao inferno e se depara com um Diabo neoliberal, empolgado com a globalização econômica.

– Minha caldeira tem fome;
Abasteçamos, então!
Quero o inferno produzindo
A todo vapor, senão
As metas não bateremos
E também não quebraremos
Recordes de produção.

O demônio àquela altura
Estava muito empolgado
Com a moderna política
Do mundo globalizado
E viu a neoliberal
Doutrina como ideal
Para expandir seu reinado.

Transformou logo, de início,
A velha repartição
Infernal na mor indústria
Do terror e da aflição.
Visando somente usura
Enxugou sua estrutura –
Só pensava em demissão.

Traçava gráficos mil
E curvas de eficiência,
Índices de produção,
Metas pra sua gerência.
Fez a privatização
Sem convocar reunião;
Assumiu a presidência.

Trecho do Cordel “O embolador que faliu Satanás“. Saiba mais clicando aqui.

Gravura para “A gesta do touro Corta-Chão”

Montagem com gravura feita para ilustrar meu próximo romance, “A gesta do touro Corta-Chão”.

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As três cangalhas

As três cangalhas

Xilogravura feita para ilustrar folheto do poeta Klévisson Viana.

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Estrofe solta – martelo

Estão todos de cér’bros encruados,
De tal forma que soam quais chocalhos
As cabeças ocas, seus atos falhos,
Com idéias e ideais alquebrados.
Proliferam valores deturpados
Travestidos de luzes libertárias,
Estocados por lanças reacionárias
Que marcham detrás dum roto estandarte;
Matéria igual, qualquer que seja a parte,
Distas vozes cantando as mesmas árias.

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Durante entrevista realizada por Lílian Martins para o Programa Autores e Ideias, da FM Assembléia.

Ouça em https://soundcloud.com/eduardo-macedo-3/eduardo-macedo-autores.

Durante entrevista realizada por Lílian Martins para o

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Adeus a João Firmino Cabral

Adeus a João Firmino Cabral

Coletânea em homenagem a João Firmino Cabral, lançada pela Tupynanquim Editora. Contribuíram com sua lira os poetas Klévisson Viana, Marco Haurélio, Mestre Azulão, Paiva Neves, Eduardo Macedo, Arievaldo Viana, Fábio Sombra, Rouxinol do Rinaré, Evaristo Geraldo, Guaipuan Vieira, Paulo de Tarso, Pardal, Vânia Freitas, entre outros.

Versos de Eduardo Macedo:

Partiu Firmino Cabral
Aos céus neste fevereiro
Do ano de dois mil e treze.
Foi poeta brasileiro,
E teve como mentor
Manoel, cujo valor
Identificou primeiro.

Do pai, bem antes D’Almeida,
Já vinha sua influência:
Pedro Firmino Cabral,
Repentista de ciência.
No interior sergipano
Foi cantador soberano,
Versejou com excelência.

Com os folhetos de feira
Desenvolveu a leitura
E tornou-se um expoente
Desta tão rica cultura.
Hoje é grande menestrel
Consagrado, do Cordel
Indispensável figura.

Que outra banca seja aberta
Na entrada do firmamento
Pra que os bem-aventurados
Que alcançarem salvamento
Recebam de João Cabral
Alimento espiritual,
Sagrado entretenimento!

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Programa Ceará Diverso – Eduardo Macedo – fevereiro de 2013

Programa Ceará Diverso, da TV Verde Vale, apresentado por Vandinho Pereira. Eduardo Macedo conversa um pouco sobre o livro “O Boi Morre-Não-Morre e os Primeiros Folhetos”.

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